sábado, 21 de agosto de 2010
Da guerra para as passarelas, os cardigãs nunca estiveram tão na moda como nos dias de hoje. A peça surgiu inicialmente como um paletó militar de mangas compridas e abotoado na frente no século XVIII  . Na década de 20, a estilista Chanel (sempre ela) foi a responsável por modernizar a peça e trazê-la para o armário feminino. A primeira dama dos Estados Unidos, Michelle Obama é fã e usa em situações formais e mais casuais. Peça da vovó? Nada disso: nas últimas temporadas de moda, marcas como Marc Jacobs, Isabela Capeto e Alexandre Herchcovitch apresentaram diversas opções. 

A consultora de moda Eleonora Trench diz que o cardigã  é uma das peças mais democráticas que um guarda-roupa. “Pode ser usado por homens e mulheres de todas as idades e se é fininho, pode ser usado no verão como blusa mesmo, acompanhado de shorts, bermudas ou saia”, diz. E no inverno, é um confortável agasalho. 
Atenção para a modelagem do momento. Os maxi, ou seja, mais longos.   “Neste inverno, estão sendo combinados até mesmo com calças de moletom, formando um look casual moderninho”, explica. Mas também são chiques. “Quando feitos em tecidos nobres podem ser usados sobre vestidos finos e elegantes em festas e coquetéis”. Ou seja: vão dos casamentos à tarde no sítio. 


Cardigã: especialista ensina a usar:

A personal stylist e consultora de moda Eleonora Trench ensina como usar o cardigã.

Para as baixinhas e mais gordinhas
Os modelos em decote V, sempre desabotoados e sem bolsos nas laterais são os ideais, pois causam a impressão de que a silhueta está alongada. As baixinhas podem usar os maxi combinados com calça da mesma cor dos sapatos - outro efeito de 'alongamento' da silhueta. As gordinhas devem usar os modelos mais longos ou que terminam abaixo da linha da cintura ou da barriga, isso porque a barra forma uma linha horizontal que amplia a região onde está localizada. 

Devem evitar muita textura e tecidos grossos. A combinação de cores ideal neste caso é a monocromática, mas também pode usar cores diferentes em tonalidades próximas ou cores iguais em tonalidades diferentes. Quando a preferência for pelo cardigã estampado, o fundo deve ser escuro e a estampa, discreta e nunca horizontal. Se usado com saia, ela deve ser reta. 

Outro jeito interessante para este tipo físico e para aquelas de pouca cintura ou poucas curvas, é abotoar os dois botões que ficam na altura da cintura do cardigã, formando um X: aí está o 'efeito cintura'.

Para as altas e magras
Os cintos usados por cima da peça (abotoada ou não) equilibram as silhuetas muito longas. Os mais curtos ficam lindos quando usados com saias mais rodadas e com calças e saias de cintura alta. 

Vários cardigãs de alturas de barras diferentes, sobrepostos
Fininho abotoado por baixo de outro mais grosso e solto, também abotoado, mas de maneira que partes do cardigã  de baixo continuem aparecendo (próximo à gola e próximo à barra).

Uma blusa ou camisa por baixo do cardigã  (abotoado ou não) e, por cima de tudo, um blazer aberto - podendo aqui, brincar com a altura das mangas: arregaçando as mangas do blazer até a altura dos cotovelos para aparecerem as mangas do cardigã.

Outros jeitos bacanas de usar o cardigã
A combinação “cardigã ultra feminino + coturno” também está em alta! É que o estilo militar voltou combinado com peças que remetam ao romantismo e à sensualidade feminina.







(Site da GNT)

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